Apesar da subnotificação dos fins de semana, Brasil mantém média de mortes acima de mil

Capacidade de testagem e divulgação cai pela metade todos os fins de semana, mas média se manteve

A média de mortes continua acima de mil por dia no país. Este é o segundo período mais longo em toda a pandemia no qual o Brasil registra média móvel acima de mil mortes por covid-19 nos sete dias anteriores. A maior sequência ocorreu entre 3 de julho e 2 de agosto (31 dias).

Neste intervalo, houve o recorde de 1.097 óbitos em média, verificado em 25 de julho. Em 29 e 30 de janeiro, o Brasil apresentou as maiores médias de mortes por covid-19 dos últimos seis meses: 1.068 e 1.071, respectivamente.
Com média de 1.004 por dia, a variação na comparação com 14 dias atrás é de -5%, o que indica estabilidade, ainda que em números muito altos.

Entre as regiões, quatro seguiram a mesma tendência, Centro-Oeste (-2%), Nordeste (9%), Norte (4%), Sudeste (-5%), e o Sul teve queda (-20%), Dos estados, sete indicaram alta e nove tiveram queda. O resto e o Distrito Federal também se mantiveram estáveis.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, que acompanha a evolução da pandemia no mundo, o Brasil segue como o terceiro país com mais casos da doença, atrás de Estados Unidos e Índia, e o segundo em número total de mortes, atrás apenas dos EUA. Dados da Saúde De acordo com o ministério da Saúde, o Brasil registrou 522 novas mortes provocadas por covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, país chega 231.534 óbitos pela doença desde o início da pandemia.

De ontem para hoje, o Brasil teve 26.845 diagnósticos positivos para o novo coronavírus. Desde o começo da pandemia, o número de infectados em todo o país subiu para 9.524.640. No boletim de hoje, o governo federal informou ainda que 8.397.187 pessoas se recuperaram da doença e outras 895.919 seguem em acompanhamento.

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